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Carta de crédito no consórcio: como funciona e como conquistar a sua

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Você sabia que todos os consórcios trabalham com a carta de crédito para a liberação do valor do bem, seja no término do prazo do grupo ou por uma contemplação? No consórcio, a carta de crédito funciona como um vale-compras. Basta mostrar a carta de crédito para o vendedor do produto ou do serviço para fazer o pagamento e a aquisição.

Isso porque quando o contemplado vai fazer a compra do bem, não recebe o dinheiro para pagar à vista. A compra é indireta, já que ele escolhe o produto, mas é a administradora que efetiva a transação e paga o bem com a carta de crédito.

A carta de crédito sempre terá o valor atualizado conforme o mercado. Por isso, você não precisa se preocupar se a aquisição do bem será feita anos depois do ingresso em um grupo de consórcio. Mesmo com a inflação, o reajuste é feito para que seja possível adquirir exatamente o que o grupo quer: imóvel, veículo, cirurgia, festa ou outros bens e serviços.

O que é uma contemplação?

Quando falamos de consórcio, entender o funcionamento da carta de crédito é a parte mais simples. Isso porque se resume a um documento que dará a você o poder de compra. Mas como conseguir a carta de crédito? 

Bom, isso é feito por meio da contemplação, que nada mais é do que a seleção de um consorciado em um determinado período. Ele ganha sua carta de crédito e está apto a fazer a compra do bem. A contemplação pode ocorrer de três formas: por sorteio, por lance ou no final do prazo do grupo.

Confira os detalhes a seguir:

1 – Carta de crédito por sorteio

Todos os meses a administradora do consórcio realiza uma reunião chamada de Assembleia de Consórcio. Trata-se de um compromisso criado não só para acertar questões sobre o grupo, mas principalmente para eleger os contemplados de cada mês. Ou seja, aqueles que terão direito a carta de crédito.

sua cota no grupo possui um número, e é esse o seu número da sorte. A maior parte das empresas que administram consórcios no Brasil utiliza os resultados da Loteria Federal para premiar os consorciados, levando em conta os números sorteados imediatamente anteriores à data da assembleia. Por exemplo, se a assembleia ocorrer em uma terça-feira e o último sorteio da Loteria Federal ocorreu no domingo, este será o sorteio-base para a assembleia.

As regras específicas de cada administradora estão sempre no regulamento. Nele constam os critérios de desempate ou de escolha quando uma cota que já foi premiada é sorteada novamente.

É importante manter o pagamento das mensalidades em dia, pois algumas administradoras não autorizam a participação na Assembleia de consorciados inadimplentes ou com parcelas pagas em atraso. As cotas que não forem pagas antes da data do vencimento ficam de fora da rodada de contemplações mensal. Dessa forma, elas não podem ser sorteadas. Quando os pagamentos são regularizados, o participante volta a ficar elegível.

Veja um exemplo hipotético:

O número da Loteria Federal é 1.234, e não há nenhuma cota com esse número, ou a cota com esse número já foi sorteada anteriormente. A administradora define se vai escolher o número anterior, o 1.233, ou o posterior, 1.235. Todos esses detalhes devem estar explicitados no regulamento do consórcio.

Outras administradoras adotam um sorteio próprio durante as assembleias, utilizando globos giratórios com bolas numeradas, como se fosse um bingo. Normalmente, as empresas que optam por esse sistema fazem a transmissão online e ao vivo da escolha dos números.

Mas contar com a sorte não é tudo o que consorciado pode fazer, pois existem outra modalidade de contemplação.

2 – Carta de crédito por lance

Basicamente, os lances permitem que você seja contemplado com a carta de crédito caso faça o maior aporte financeiro do mês entre todos os participantes do grupo. Sendo assim, não é necessário contar apenas com a sorte. Também existe a opção de tentar a aquisição adiantada com parcelas maiores no período.

Se uma pessoa ganha por lance, isso não anula o sorteio. Os contemplados são mais de um justamente porque existem essas duas formas de retirar a carta de crédito. O que acontece, na maioria das vezes, é que uma parcela maior dos contemplados se dá por lance. Por exemplo, em um grupo com oito contemplados por mês, dois serão via sorteio e os outros seis por lance. Isso acontece porque, através dos lances, os grupos conseguem arrecadar mais dinheiro para o caixa ou fundo, facilitando a compra dos bens.

Nesse caso, o importante é saber quais tipos de lances são possíveis para entender suas possibilidades de tentar a carta com essa opção. Os tipos de lances e as condições para fazê-los variam muito para cada administradora de consórcio. Portanto, pesquise bem antes de fechar um contrato. Veja a seguir quais são eles:

Lance livre

Essa é a modalidade mais comum. O consorciado faz um lance, escolhendo uma porcentagem “X” sobre o valor da carta de crédito. Esse lance pode ser de 1% a 100%, mas geralmente existe um mínimo acordado com a administradora, como, por exemplo, duas vezes o valor da parcela do consorciado, ou mínimo de 5% para dar um lance no mês. Se você quer aumentar suas chances de conquistar sua carta de crédito logo, essa é a melhor opção.

Certo. Mas e em casos de empate? Como fica?

Para resolver um empate, cada administradora utilizará seus critérios e escolherá quem será o contemplado.

Lance fixo 

O lance fixo ocorre quando a administradora do consórcio coloca uma porcentagem fixa para que os lances. Digamos que o fixado seja de 10% do valor total da carta de crédito, correspondente a R$100 mil. Então, sabemos que o lance fixo, nesse caso, é sempre de R$10 mil.

Isso quer dizer que todos os consorciados que fizerem um lance ficam empatados. Então, como saber o contemplado? Nesses casos, a administradora também possui critérios para fazer a escolha. Um caso comum é fazer um sorteio somente entre as pessoas que deram lances.

Lance embutido

O lance embutido é considerado uma opção diferenciada e bem interessante. Aqui, a administradora permite que o consorciado use parte do valor da carta de crédito como seu lance. Na prática, isso quer dizer que o valor utilizado para o lance será descontado do valor final recebido na carta de crédito, e por isso é chamado de “embutido”. 

Por exemplo, se a carta de crédito do consórcio for de R$100 mil e o consorciado usar R$10 mil para um lance, ele receberá na contemplação R$90 mil. Sendo assim, é possível utilizar os lances para tentar a carta de crédito antecipada, mesmo sem ter dinheiro em mãos.

Mas atenção: consulte o regulamento da sua administradora para verificar se existe essa alternativa de lance e quais as regras, como, por exemplo, se há um limite máximo de uso do valor da carta para o lance.

Lance FGTS

O lance por FGTS (Fundo de Garantia de Tempo de Serviço) é uma modalidade dos consórcios de imóveis. Então, para fazer lances é possível apresentar um extrato do seu FGTS à administradora e informar que gostaria de fazer um lance utilizando esse valor. Lembrando que o valor total do FGTS pode ser usado também para a quitação de parcelas em consórcios.

Quando seu lance sai vencedor, você precisa pagar esse valor logo após a assembleia. Cada administradora dá um prazo máximo para o pagamento, mas a média é de até três dias. O valor do lance é abatido do montante total que você ainda tem para pagar. O desconto pode ser feito diminuindo a quantidade de parcelas ou o valor das prestações.

3 – Carta de crédito pelo prazo

Se você não for contemplado no consórcio em um sorteio ou não conseguir fazer um lance, ainda assim receberá a cartão de crédito ao final do prazo. É por isso que muitos o consideram como um investimento seguro.

É importante estar de acordo com o prazo de duração de um consórcio e escolher o que melhor atende sua necessidade e planejamento. E mesmo que você seja contemplado antecipadamente, ainda será necessário quitar todas as parcelas em aberto.

Como usar a carta de crédito?

O primeiro cuidado em relação ao uso da carta de crédito é sobre a sua limitação de acordo com o tipo de bem. Isso quer dizer que se você está em um consórcio de carro, não poderá usar em uma compra de casa, por exemplo. Então, muita atenção na hora da escolha do bem ou serviço desejado.

A carta de crédito é muito vantajosa porque dá o poder de compra à vista. Sendo assim, é possível negociar descontos e ainda utilizar o valor restante para custear outras compras referentes ao bem, como o pagamento de seguros, impostos e outras taxas.

Como se trata de um documento, a carta de crédito tem validade. Normalmente, o prazo fica em torno de 90 a 180 dias, dependendo de cada administradora de consórcio.

Posso comprar uma carta de crédito contemplada?

É possível comprar um consórcio contemplado, mas é preciso muito cuidado para não cair em fraudes. Existem pessoas que usam o consórcio como investimento para posteriormente vender as cartas já contempladas, prática autorizada por lei.

No momento da venda, o investidor consegue gerar uma margem de lucro a partir do que investiu, e o comprador não precisa esperar meses ou até anos para ser contemplado. O dono da carta contemplada pode transferir sua cota para o comprador interessado que, além do valor fechado que paga para o titular da carta, deve seguir pagando as parcelas do consórcio até o final.

Se uma oportunidade assim aparecer para você, confira toda a documentação para ter certeza que a transação é confiável. Peça para ver a cópia do regulamento do consórcio, o extrato de pagamentos realizados, a declaração de contemplação e informe-se se o crédito já está realmente disponível.

É possível vender meu consórcio?

Sim, você pode vender o seu consórcio. Inclusive, isso está previsto na legislação deste tipo de investimento, conforme o artigo 13º da Lei 11.795/2008. Você pode fazer a transferência de título de sua cota desde que haja permissão da administradora.

Com a venda do consórcio, o novo titular assume todos os direitos e obrigações. Por isso, é essencial que os envolvidos estejam cientes das cláusulas para que esse processo seja feito sem complicações.

Mesmo que o contribuinte desista nos primeiros meses de consórcio, ele só poderá ter acesso ao valor já investido ao final do prazo contratado. Infelizmente, isso pode durar alguns anos. O repasse pode ser uma opção para quem não consegue arcar com o pagamento das próximas parcelas, e precisa reaver o valor já pago o quanto antes.

Como calcular o valor da minha cota?

O cálculo correto da sua cota considera a porcentagem do valor do bem que você já pagou. Entram nessa conta a situação da cota (se está ativa ou foi cancelada) e o número de meses que falta para finalizar o consórcio.

Além disso, é preciso levar em conta os reajustes que compensam a desvalorização do poder de compra provocada pela inflação. Dessa forma, a cota também terá um valor mais alto.

Para obter o valor exato, consulte a administradora e peça uma simulação. Assim, você tem o valor correto e evita problemas durante a negociação com o comprador.

Como vender um consórcio já em andamento?

A decisão de vender o consórcio ao perceber que não poderá arcar com os pagamentos é inteligente, já que assim evita-se a cobrança de multas por cancelamento de contrato.

Você pode fazer ofertas na internet para encontrar um interessado, ou ainda vender o título para uma pessoa conhecida. Também existem diversas empresas que trabalham com a compra e venda de consórcios, abrindo possibilidades para que você feche o melhor negócio.

Lembre-se: sempre há o risco de golpes. Para evitar problemas, caso você decida vender a cota para uma empresa, faça uma pesquisa aprofundada, consultando o histórico e as reclamações.

Se você quiser repassar a cota para uma pessoa física, procure a assessoria de uma empresa especializada nesse tipo de negócio. Eles fazem toda a verificação necessária para o negócio, garantindo um processo tranquilo.

E se o consórcio for contemplado?

Você também pode vender o consórcio já contemplado. Nesse caso também é importante fazer uma avaliação cuidadosa da pessoa ou empresa que deseja adquirir o título, evitando transtornos.

Geralmente, as cotas contempladas cobram ágio, o que significa uma alteração nos valores. Mas, justamente por garantirem o acesso imediato à carta de crédito, essas cotas podem gerar negócios mais interessantes em termos financeiros.

Como vender o consórcio, na prática?

Além de passar por uma avaliação da administradora, é preciso apresentar as cópias autenticadas de alguns documentos do comprador no momento de vender o consórcio. Veja a lista:

  • Documento de identidade;
  • CPF;
  • Comprovante de renda;
  • Documentos do bem, caso já tenha sido adquirido;
  • Certidão negativa de débitos.

Além disso, a documentação inclui os seguintes formulários que devem estar preenchidos e assinados:

  • Contrato de transferência de cota;
  • Pagamento das taxas de transferência de titularidade;
  • Contrato de alienação fiduciária sob titularidade do comprador.

É preciso formalizar essa venda?

Sim, essa formalização é indispensável. Isso porque a administradora é responsável apenas pela aprovação da venda.

Por isso, é importante redigir um contrato com todas as informações envolvidas, como formas de pagamento, datas de acerto e demais responsabilidades. Trata-se de uma maneira de comprovar o negócio e tomar providências caso não haja o cumprimento do que foi acordado.

Como fazer uma boa negociação na venda do consórcio?

Tome algumas providências para que, ao vender o consórcio, você realmente consiga fechar um bom negócio. Destacamos aqui as principais.

Compare propostas

Após a simulação realizada pela administradora, compare as propostas e verifique qual é a mais vantajosa. Também é preciso analisar o risco de cada negócio, como a possibilidade de inadimplência pelo comprador.

Pense na segurança

Antes de realmente transferir a cota para o nome do interessado, certifique-se de que ele já depositou, pelo menos, uma entrada inicial. Ou então determine um acordo que aumente a segurança para o recebimento dessas parcelas.

Por outro lado, tome cuidado com agendamentos de DOC! Esse pagamento pode ser cancelado antes da efetivação do crédito, e não é possível reivindicar o valor. Também faça com que o comprador acompanhe toda a transação com a administradora, certificando-se de que se trata de uma cota válida.

Calcule o ágio

Quando a venda é de um consórcio já contemplado, o valor inclui a taxa de ágio, que corresponde a 30% do bem. Ou seja, esse valor justifica-se pela opção da outra parte já ter acesso ao bem, de modo similar a um financiamento, porém sem as taxas de juros abusivas.

A cobrança desse ágio é uma decisão sua, mas saiba que esse direito existe e negocie da melhor maneira para que seja algo vantajoso para você e para o comprador.

Vender ou reativar o consórcio?

Caso você tenha conseguido equilibrar as finanças, é possível retomar normalmente o consórcio, evitando a venda. Sendo assim, é necessário que o grupo ainda permaneça ativo e falte pelo menos um ano para encerrar o período de pagamento.

Além disso, vale conversar com a administradora e checar a melhor maneira de acertar o débito, com pagamento à vista ou diluído nas parcelas restantes. Se você tem real interesse na aquisição do bem, pode ser que a reativação seja a melhor escolha.

Agora que você já sabe como obter a carta de crédito e como vender ou comprar uma carta contemplada, é importante fazer uma simulação dos valores antes para saber se você conseguirá fazer os pagamentos em dia e escolher a melhor opção disponível, entre tantas no mercado. Mas você sabe como são realizados o cálculo de uma carta de crédito e a simulação de valores no consórcio?

Como funciona uma simulação de consórcio?

A simulação permite a avaliação prévia do valor de crédito desejado e de quantas parcelas serão necessárias para quitar esse débito, ajudando a elaborar um planejamento financeiro consciente. Assim, o cliente consegue escolher a opção mais condizente com suas necessidades e possibilidades, diminuindo as chances de desistência do consórcio por falta de pagamento.

Também é possível entrar em contato com as administradoras, informar os valores aproximados e esperar que um dos consultores retorne o contato e demonstre as condições ofertadas pela empresa.

Como fazer essa simulação?

Para ajudar nessa conta, você pode utilizar uma ferramenta conhecida como simulador online, que é totalmente gratuito e que oferecemos aqui no site.

Indicamos o uso do simulador pela possibilidade de oferecer um cálculo mais fácil e preciso. Assim, você não precisa quebrar a cabeça pensando na equação ideal e também diminui os riscos de que a estimativa errada prejudique sua situação financeira.

O que é incluso na simulação de carta de crédito?

A contratação de um consórcio não inclui apenas os valores mensais destinados para acumular o montante necessário para a compra do bem ao final do período. É preciso incluir na conta a cobrança de uma taxa para cobrir emergências e pagar os custos de administração, entre outros. Saiba mais nos tópicos a seguir:

Taxa de administração

taxa de administração é o que financia a realização dos consórcios, ou seja, o pagamento pelo serviço que você está recebendo. O valor da taxa é diluído nas parcelas durante todo o plano de aquisição e cobre a estrutura que envolve a gestão de consórcios como manutenção do espaço físico e despesas gerais da administração, como funcionários e outros.

Taxa de adesão

Para a iniciação do grupo, algumas empresas cobram uma taxa de adesão, que deve ser incluída na simulação de valores. Essa quantia deve ser descontada da taxa de administração ao longo dos meses.

Fundo comum

Os consórcios baseiam-se contemplações da carta de crédito. Ou seja, alguém do grupo recebe a carta de crédito por sorteio ou lance, mês a mês.

Para a composição do valor, é preciso reunir a parte de cada um, a chamada cota do consórcio. Esse valor é o que compõe a contemplação que será oferecida. Por isso, o fundo comum deve ser incluído na simulação para que os números sejam mais próximos da realidade.

Seguro

A contratação de um seguro garante o pagamento das parcelas em casos de morte ou invalidez. Sendo assim, o seguro é o que dá a tranquilidade de garantir o andamento do consórcio mesmo diante de situações inesperadas.

Da mesma maneira que o valor do seguro varia entre as empresas, o método de cálculo também muda. Geralmente, cobra-se o seguro sobre o saldo devedor. Mas para ter certeza da política aplicada, vale consultar a administradora responsável e ler as cláusulas do contrato.

Fundo de reserva

A formação de um consórcio é feita por meio da reunião de pessoas interessadas na aquisição de um bem. Por isso, é corriqueiro que algum desses participantes acabe falhando com o pagamento, prejudicando o andamento do consórcio.

Para evitar a falta de fundos causada pela inadimplência, as administradoras planejam a formação de um fundo de reserva. Ademais, esse valor também é utilizado para cobrir possíveis custos com medidas judiciais. Se houver recursos nesse fundo quando ocorrer o encerramento do grupo, eles são devolvidos proporcionalmente aos consorciados.

Como é realizado o cálculo das parcelas do consórcio?

Para que você entenda melhor, vamos trazer um exemplo de como funcionam as parcelas do consórcio. Vale frisar novamente que os custos e valores variam entre as administradoras. Por isso, é indispensável contatar as administradoras que despertam seu interesse e pedir uma simulação personalizada.

Confira a seguir um exemplo (valores fictícios) para ficar mais fácil de entender como funciona uma simulação da carta de crédito:

Valor do crédito solicitado: R$ 100.000,00

Taxa de administração: 25% = R$ 25.000,00

Fundo de reserva: 2% = R$ 2.000,00

Total parcial: R$ 127.000,00

Prazo: 100 meses

Seguro: 0,03% sobre o total parcial = R$ 38,10

VALOR PARCELA MENSAL: (R$ 127.000,00 / 100) + R$ 38,10 = R$ 1.308,10

Por que calcular carta de crédito e simulação?

Se você cuida do seu dinheiro com responsabilidade, costuma fazer algumas contas antes de adquirir uma dívida ou parcelar qualquer bem, por menor que seja. Recomenda-se esse cuidado na adesão a um consórcio. Afinal, é um compromisso que irá durar por muitos anos, e caso não seja quitado, pode virar um grande problema.

Além de não precisar desistir do consórcio no meio do caminho, realizar a simulação ajuda na qualidade de vida. Você não precisará se preocupar tanto para manter os pagamentos na data e pode aproveitar melhor os momentos de lazer.

O ideal é que o valor das parcelas não ultrapasse 30% do orçamento, garantindo assim uma folga para viver tranquilamente. Avalie também se o prazo é compatível com sua necessidade, já que nem todos podem esperar cinco anos para ter o carro em mãos, por exemplo.

Enfim, lembre-se que ao não conseguir dar conta dos pagamentos, as soluções são:

  • Tentar vender o consórcio, o que pode levar certo tempo;
  • Desistir do contrato (pode ser necessário aguardar o fim do prazo para reaver o valor pago).

Por isso, calcular a carta de crédito e simulação é o melhor caminho para uma opção segura, planejada e que não se transformará em uma dor de cabeça ao longo dos meses!

Pronto para conquistar sua carta de crédito?

Com todas as informações deste post, você já sabe como conseguir a carta de crédito para dar o próximo passo em direção aos seus sonhos. Navegue pelos conteúdos do nosso blog e saiba mais sobre os tipos de consórcio e outros investimentos.

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Rebeca Müller

Rebeca Müller é formada em Economia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e especializada em Finanças pelo Instituto Coppead de Administração da UFRJ. Depois de 11 anos atuando diretamente com Planejamento Financeiro e Orçamentário em empresas privadas e órgãos públicos, Rebeca descobriu uma nova vocação: comunicação. Hoje, ela escreve para a Zelas Finanças, e seu conteúdo conta com a rica bagagem que acumulou ao longo de sua trajetória no mercado financeiro.